Tudo é devagar, lento é o mundo. Sertão, lá e cá, a mesma desimportância. Quem corre morre; morre quem não corre também — correr é desviver, porém. Máquina matraqueando faz a desordem e a pressa todas. Casar areia com brita e cimento sem alarde sem pressa desimpossível não é. Corda, barrica e sari furam e vazam o mundo, havendo homens e tempo. Por que máquinas, então?
Bley Barbosa de Castro: contos e crônicas
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